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Archive for the ‘CINEMA’ Category

Linha Mortal /// Suspense dos anos 90 ganhará remake

Linha Mortal /// Suspense dos anos 90 ganhará remake

Na parca filmografia do diretor Joel Schumacher alguns filmes tiveram seu certo destaque no passado. O suspense Linha Mortal foi um deles, lançado em 1990 e protagonizado por um elenco de peso como Kevin Bacon, Julia Roberts e Kiefer Sutherland. Nesta semana a Columbia Pictures anunciou a contratação do roteirista Ben Ripley (Contra o Tempo) para escrever a refilmagem do original. A história do clássico dos anos 90 gira em torno de cinco estudantes de medicina que realizam experiências de reviver os seus companheiros durante processos de morte induzida. Durante o estado de sono profundo, alguns deles começam a reviver situações traumáticas de sua infância e não sabem se tratam-se de alucinações ou visões reais.
Direção e elenco do remake serão escolhidos conforme o passar dos meses.

Fonte: Paprica.org

Categorias:CINEMA, HOLLYWOOD

Ghostbusters 3 /// Continuação do clássico oitentista pode acontecer sem Bill Murray

Ghostbusters 3 /// Continuação do clássico oitentista pode acontecer sem Bill Murray

Já faz algum tempo que as notícias sobre a possível continuação de os Caça-Fantasmas 2 circulam por aí. Mas uma recente declaração partida de um dos integrantes da trupe, Dan Aykroyd (o eterno Dr. Ray), ao tudo indica que o projeto irá realmente acontecer. Estúdio, direção, produção e elenco impacientes com a indecisão de Bill Murray, ocasionaram em Dan um desabafo público em uma rádio norte- americana: “Ghostbusters 3 irá acontecer com ou sem Bill Murray. O filme é muito maior que qualquer integrante de seu elenco. Apesar da imensa contribuição de Murray a franquia”. A continuação será focada em uma nova geração de Caça-Fantasmas, regida pelos veteranos que fundaram o serviço de proteção anti-fantasmagórica em Manhattan.
A princípio o diretor dos originais, Ivan Reitman, e os atores Harold Ramis e Dan Aykroyd estão a bordo do projeto. As câmeras serão rodadas em 2012, mesmo com o chove não molha de Murray.

Fonte: Paprica.org

Categorias:CINEMA, HOLLYWOOD

Quebrando o tabu

Antes de se posicionar contra ou favor da descriminalização do uso da maconha, ou mesmo de sua legalização, é preciso louvar um documentário que se propõe a debater a ética de uma guerra contra as drogas e avaliar, ainda que sob uma perspectiva bastante parcial, seus efeitos.Quebrando o tabu representa um marco evolutivo na carreira do cineasta Fernando Grostein Andrade, que às vésperas de completar 30 anos, promove uma sacudida daquelas no gênero documentário no cinema nacional. Não que Quebrando o tabu e Coração vagabundo, filme de 2009 que acompanhava Caetano Veloso em turnê, sejam obras que rompam esteticamente com cânones do cinema ou que se insurjam contra paradigmas narrativos. Os filmes se encaixam dentro de um esquematismo didático disponível em qualquer manual de roteiro. Mas em compensação, transbordam coragem, poesia e efervescência.

Grostein inicia Quebrando o tabu apresentando seu principal personagem: Fernando Henrique Cardoso. O ex-presidente e sociólogo colaborou com Grostein na confecção do argumento do longa. FHC surge como um questionador que já tem uma certeza. A guerra contra as drogas faliu. É preciso, segundo suas ilações, rever medidas e posturas. O filme acompanha a jornada de FHC em busca de embasamento para uma tese que o filme já defende de pronto – e a bem sacada animação que dá início à fita não faz questão de esconder esse fato. Essa aparente arrogância (os macacos bêbados ao som da potente trilha sonora de 2001: uma odisséia no espaço dão vez ao letreiro do filme) cede espaço a uma construção ideológica bem arquitetada por meio de depoimentos precisos de valiosos cabos eleitorais como os ex-presidentes americanos Bill Clinton e Jimmy Carter, o médico Drauzio Varela e autoridades sanitárias e políticas da Suíça e Holanda.

Quebrando o tabu, no entanto, não se desvia de argumentos antigos dos defensores da legalização da maconha. Contudo, ao sublinhar a hipocrisia e leniência dos governos em relação ao álcool e ao tabaco, o filme atinge seu melhor momento. A ideia de mudar a política de combate às drogas é pontual e itinerante. Mas cercá-la de demandas pouco substanciais – como dar voz a usuários que admitem preferir se arriscar no trato com o traficante do que respeitar a lei – enfraquecem a discussão em seu traçado mais humanitário, reforçando seu viés ideológico.

Quebrando o tabu arranha questões interessantes. Ao abordar as bem sucedidas intervenções dos governos de Portugal, Suíça e Holanda na questão das drogas, o filme dá um passo à frente a seus opositores. Sugere que a famigerada guerra contra as drogas perde de vista a questão da saúde pública e o impacto positivo passível de efeito mediante uma mudança de abordagem. Mas o filme ignora que a simples legalização da maconha não representa o fim do tráfico de drogas como conceito. Não só pelo fato de que outras drogas proibidas continuarão em oferta (e muito provavelmente mais ampla e barata), como que outras vias de acesso à maconha se viabilizarão.

FONTES: YOUTUBE

Atores de Hollywood Antes da Fama

Categorias:CINEMA, HOLLYWOOD

As primeiras imagens oficiais de Faroeste Caboclo

Faroeste Caboclo, filme baseado na canção homônima composta por Renato Russo (1960 – 1996), estrelado por Fabrício Boliveira (400 Contra Um) como João de Santo Cristo, Ísis Valverde como Maria Lúcia e Felipe Abib como Jeremias, teve suas primeiras imagens oficiais divulgadas, confiram abaixo

Com roteiro de Marcos Bernstein (O Outro Lado da Rua) e Victor Atherino e direção de René Sampaio, Faroeste Caboclo acompanha a história de João de Santo Cristo, que sai de Salvador e vai para Brasília, onde começa a traficar drogas. Na capital, ele se apaixona por Maria Lucia e se envolve em uma disputa com Jeremias, outro traficante.

Antonio Calloni e César Troncoso também estão no elenco. A produção da Gávea Filmes e da Globo Filmes será distribuída pela Europa Filmes, em data ainda não definida

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Categorias:CINEMA

A vida rebelde de james dean

Dean morreu na hora exata. Se tivesse vivido, não teria sido capaz de corresponder a sua imagem
-Humphrey Bogart

Em oito de fevereiro de 1931 na cidade de Marion em Indiana, nascia James Byron Dean que depois seria amplamente conhecido como James Dean. Jimmy (seu apelido) era filho único e desde cedo havia demonstrado interesse pelas “artes“. Aos oito anos de idade já tocava violino e fazia aulas de sapateado. Com a morte da mãe em 1940 devido a um câncer, o jovem foi morar com os seus tios Marcus e Ortence Wislow em Fairmount. Considerado uma criança introspectiva Jimmy aprendeu ali a dirigir trator e ordenhar vacas. Aos 14 anos já fazia teatro na escola onde estudava e aos 17 ganhou sua primeira moto, presente de seu tio Marcus. Em 1949, Dean já estava pronto para se aperfeiçoar em arte dramática e parte para Los Angeles para morar com o seu pai e sua madrasta. Neste ano, Jimmy ganha um Chevrolet de segunda mão. Abandona sua atual faculdade e parte para New York cursar o Actor’s Studio de Lee Strasberg.
“Na minha forma de pensar, o destino de um ator está decidido antes mesmo de ele sair do berço.”
James Dean
 

A vida de James Dean começa a ganhar contornos cada vez mais dramáticos. Na época em que cursava o curso de atuação, teve que trabalhar como garçom, porém, existem rumores que na mesma época o jovem se prostituia cortejando apenas homossexuais. Tanto que Jimmy conheceu (na época) o diretor de televisão Roger Brackett – amigo íntimo de Rock Hudson (ator pelo qual Jimmy contracenou em “Giant” e que também era homossexual)- e vai morar com ele, alegando para todos que eram apenas bons amigos, ou na melhor das hipóteses, tinham uma relação como de pai e filho. Certa vez, Roger Brackett declarou: “Se era uma relação de pai e filho, também era incestuosa“. Recebendo uma boa mesada de Brackett, Dean começa um relacionamento com a dançarina Elizabeth “Dizzy” Sheridan.

 
Para mim, atuar é a a forma mais lógica para as neuroses das pessoas se manifestarem, nesta grande necessidade que todos temos de nos expressar
James Dean
 
Em 1952 começou a fazer pontas em alguns programas televisivos e, em 1953 encenou na Broadway a peça de Richard Wash, “See the Jaguar“. A peça foi um verdadeiro fracasso, mas conseguiu com que Jimmy fosse notado pela crítica especializada. Encenou também a peça “O Imoralista“, onde interpretava um homossexual e faturou o Tony Award de Melhor Ator. Certa vez, Montgomery Clift (outro ator homossexual) ouviu falar de Jimmy  e perguntou para Elia Kazan  quem era o jovem. O diretor respondeu: “Dizem que ele gosta de carros de corrida e motocicletas, garçonetes – e garçons”. Em 1954, Jimmy parte para o cinema e estreia no filme “Vidas Amargas” de Elia Kazan. Na época, Jimmy já tinha a fama por gostar de carros de corridas e etc.; Tanto que havia uma cláusula específica em seu contrato: o ator estava proibido de dirigir carros durante as filmagens.
 
Não tem jeito de ser verdadeiramente notável neste mundo. Estamos todos impalados nas curvas da condição.
-James Dean
 

Em 1954, James Dean conhece a atriz Pier Angeli que havia estrelado “O Cálice Sagrado” e “Vidas Amargas” ao lado de James. Começa então um romance problemático, onde muitos indicam que Pier tenha sido a grande paixão de James Dean. O romance durou pouco, já que a mãe da atriz não aceitava o namoro, pois Jimmy não era católico (o ator na época até considerou a ideia de se converter, mas foi dissuadido pelo seu agente a desistir da ideia). O fim do relacionamento abalou o jovem ator. Pressionada pela mãe,  Pier havia aceitado se casar com o seu ex-namorado, Vic Damone. Após saber da notícia pelo rádio, Jimmy encontrou com Damone na véspera de seu casamento e disparou: “Você pode se casar com ela, mas ela não é sua, nunca foi e nunca será.” A briga dentro de um restaurante precisou ser separada.

 
Sonhe como se fosse viver para sempre, viva como se fosse morrer amanhã.”
James Dean 

James e Damone se encontraram novamente, desta vez foi na noite anterior ao nascimento do filho de Pier e seu marido. Ambos estavam no mesmo restaurante e Damone querendo provocar Dean, foi até a mesa do ator e disse “Vamos brindar ao meu filho.” Ironicamente, Dean retrucou: “Brindo ao meu filho a qualquer hora.”. Mais tarde, Damone confirmou que tinha dúvidas em relação à paternidade da criança. Dean foi apaixonado por Pier até a sua morte, tanto que guardava em um medalhão um cacho dos cabelos de Pier. Anos mais tarde, Pier  (foto ao lado) confessou que Dean havia sido o seu grande amor. Assim como Dean, Pier teve uma morte trágica. Após uma série de casamentos fracassados e sua carreira em decadência, a atriz veio a falecer em 1971 por uma overdose de barbitúricos. Após esta relação, James ainda teve vários relacionamentos infelizes com atrizes como Natalie Wood (Rebelde Sem Causa) e Ursula Andress. Ainda havia boatos de que Dean havia ficado interessado em Dennis Hopper e Sal Mineo nos sets de filmagem de “Rebelde Sem Causa“. Inclusive, dizem que realmente houve um caso entre James e Sal, já que este último também era homossexual.

Um ator precisa interpretar a vida, e para fazer isso deve querer aceitar todas as experiências que a vida tem a oferecer. Na verdade, ele tem procurar mais coisas da vida do que a vida lhe oferece.”
James Dean 
 
A morte de James Dean não é surpresa para ninguém. O ator morreu em um acidente de carro em 30 de setembro de 1955. A alta velocidade resultou em uma morte trágica, aonde o ator partiu a coluna vertebral e sofreu hemorragias internas. Morreu na mesma hora. James Dean tinha 24 anos. Enquanto isso, James ainda esgotava ingressos do seu primeiro filme e foi o primeiro ator a receber indicações póstumas em uma premiação do Oscar.
 
Estudar vacas, porcos e galinhas pode ajudar um ator a desenvolver seu personagem. Tem um monte de coisas que aprendi dos animais. Uma delas foi que eles não podem vaiar nem assobiar para mim.”
James Dean
 

Categorias:CINEMA, HOLLYWOOD, MEMÓRIAS

Rec 2 Não ficou bom!

Idem (Esp, 2009) escrito e dirigido por Jaume Balaguero e Paco Plaza, co-roteirizado por Manu Díez, com Jonathan Mellor, Manuela Velasco, Óscar Zafra, Ariel Casas, Alejandro Casaseca, Pablo Rosso, Andrea Ros, Àlex Batllori e Pau Poch

“[REC] 2” é sem dúvida um filme cheio de acertos, um terror até eficiente, que vai deixar o espectador colado na poltrona até os últimos segundos, mas sobre tudo isso, acaba deixando pairar sobre ele uma névoa que o torna desnecessário, tanto como trama quanto como produção.

Essa sequencia imediata do sucesso de 2007 parece ter vida muito mais para a satisfação da dupla de diretores, e de alguns fãs, do que pela necessidade de existir.

Nela, agora, um grupo de policiais precisa entrar no prédio contaminado e ir atrás de uma cura para a doença antes que ela possa se espalhar. Bem verdade a trama até funciona, e sabe onde quer chegar, mas não faz absolutamente nada mais do que isso, se arrastando pelas certezas narrativas do primeiro e esquecendo um pouco do que lhe permitiu ser um sucesso.

Se logo de cara toda história corre para posicionar os personagens dentro daquele cenário, acaba não dando a oportunidade do espectador de entrar naquele clima. Dentro do carro, os quatro policiais testam suas câmeras, conhecem seu objetivo e logo depois estão dentro do prédio.

E por mais que durante um tempo o terror em si não dê as caras, apenas a chegada deles já prepara o espectador, que sabe tudo que aconteceu ali anteriormente.

Ainda que os diretores/roteiristas pareçam preocupados em fazer algo novo, tentando fugir tanto do esquema quanto da idéia do primeiro filme, simplesmente acabam, com isso, não dando a mesa importância do primeiro para seus personagens.

Fica difícil torcer por qualquer um deles já que você quase não os reconhece. E mesmo no meio do filme, quando a trama da uma guinada e muda para um outro trio de “narradores”, você acaba nem sentindo falta dos predecessores, posteriormente, nem desses novos.
Talvez essa falta de identificação acabe sendo resultado de uma preocupação exacerbada com uma certa “hoolywoodização” de toda trama, já que agora eles estão lá para chegar a um objetivo, melodramaticamente muito mais importante que os personagens. A situação pior ainda mais quando tudo tende a velhos vícios, como sangue do paciente zero, possessão demoníaca e mudança de voz à la Regan.

De um momento para o outro decide se apegar muito mais no “Exorcista” do que no próprio “[REC]”.
Este foi o erro mais grave pelo que vi do filme que perdeu em muito sua caracteristica e de um filme de terror que o trasformou em um filme de pastor fazendo exorcismo. foi fatal essa, isso sim foi pra matar.

Não que a trama inteira não faça sentido, na verdade ela acaba sendo tremendamente deteriorada em suas idéias, já que grande parte dela já tinha sido contada e explorada no final do primeiro, mas, a partir do momento que ela ganha vida na boca dos personagens, perde força no imaginário do espectador, que se sente muito menos confortável tendo que viver com a dúvida em sua cabeça do que com tudo explicado, e essa é exatamente a idéia de “[REC]” e de qualquer outro de terror em primeira pessoa: tirar seus espectadores de sua zona de conforto e ideis do filme. E não só tecnicamente falando, mas acho que pra todos que esperavam um filme que teria uma continuidade mas cientifica e realista peca na velha forma de fazer filmes de coisas sobrenaturais, não que eu não goste mas não combinou com a tematica do primeiro filme que mesmo assim deixa dois furos des do primeiro que são:
Temos uma menina contaminada coisada por um padre e temos um dog que foi achado na rua doente??
As voses macabras parecem tbm não ter combinado neste filme, pois o primeiro tinha um ar muito mais real e de cameras em maos de pessoas este ganhou uma camera de filme mesmo em varias cenas o que de fato estragou um pouco o filme.

Balaguero e Plaza conseguem pelo menos, muito provavelmente diante do sucesso do primeiro e do dinheiro que isso trouxe, expandir esse desconforto, tecnicamente falando, não só por possibilitarem uma criativa montagem, com as câmeras nos capacetes e uma segunda câmera quando o trio de jovens entra no prédio, dando uma nova visão dos acontecimentos, que infelizmente é pouco explorada e não mostra nada de novo, mas sim por parecerem mais a vontade com a idéia, e mesmo que um pouco mais embolados em seus enquadramentos, deixam claro um maior apelo visual, que não condiz com o primeiro filme que tem imagens bem mais reis e menos cinema profissional , que lógico, só acontece graças a uma melhoria clara nos efeitos digitais e na maquiagem.

A maquiagem em si ficou muito boa e perfeita, realmente não a nada a declarar.

No final das contas, “[REC]2” acaba funcionando, com seus sustos, seus “zumbis” e mais um monte de olhos vermelhos, mas acaba, sem sombra de dúvida, se mostrando aquém do primeiro (talvez como uma sequencia de terror deva ser? )

Digamos parecendo mais cara, mas tambem mais mal feita, optando muito mais por trasformar um filme com do gênero camera pessoa, em um filme holliywood,  com objetivos claros, inimigos maiores, quanto mais perto do final e uma reviravolta surpresa, do que pela experiência de sobrevivência que fez o sucesso de 2007 entrar no top 10 de muita gente, e deixando assim um legado de continuação Fail

Eu esperava mais do filme, pois esperei e todos que conheço tambem e não teve nem de perto o impacto do primeiro, se trasformando em um filme de otimos efeitos mas de historia bem fraca. bem o contrario do primeiro 

Ass: Eduardo Miraflores

Categorias:CINEMA, HDTVBRPOA